Marisa Fonseca Diniz
Os primeiros navios surgiram há cerca de cinco mil anos pelos egípcios e eram movidos por remos e velas para atravessar o mar Mediterrâneo. A partir do século XV surgiram as caravelas, que se tornaram a grande evolução da construção naval, muito utilizadas pelos navegadores portugueses, espanhóis e italianos.
A partir do século XIX as velas foram substituídas pelas caldeiras a vapor. Na mesma época, o casco dos navios que antes eram de madeira passaram a ser de ferro, permitindo a construção de embarcações maiores.
No século XX, a caldeira foi substituída pela turbina a vapor e pelo motor diesel. Há dois tipos básicos de navios, os mercantes e os de guerra. Os navios mercantes podem ser os de passageiros ou de cargas, com o progresso da aviação comercial, os navios de passageiros diminuíram ficando restritos apenas aos cruzeiros turísticos.
Os navios cargueiros variam conforme a mercadoria a ser transportada, em geral, o convés é bastante amplo e dotado de guindaste para a movimentação da carga que em geral é alojada nos porões. Os maiores cargueiros são os que transportam petróleo, já os cargueiros que transportam granéis sólidos têm fundo duplo, que permite uma distribuição ideal da carga.
Os navios de guerra são equipados com finalidades específicas, tais como encouraçados, cruzadores, contratorpedos e porta-aviões. Há um tipo especial de navio de guerra, o submarino, que são armas estratégicas de grande poder de destruição.
A engenharia naval sempre foi um grande desafio aos homens, alguns acidentes entraram para a história, onde várias pessoas perderam a vida.
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| Titanic |
O Empress of Britain foi encomendado pela CPL – Linha do Pacífico Canadense para a rota entre Quebec, no Canadá e o Reino Unido. Inicialmente foi construído para transporte de correio, porém logo se tornou um navio de passageiros. Possuía 174 metros de comprimento e comportava 1.580 passageiros e tripulantes.
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| Espress of Britain |
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| Royal Edward |
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| SS Hong Moh |
O navio de
passageiros SS Hong Moh saiu de Hong Kong com destino a Swatow
com 1.135 passageiros e 48 tripulantes a bordo no dia 02 de março de 1921.
Porém, no dia seguinte acabou naufragando no sul do mar chinês e 900 pessoas
morreram.
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| Principessa Mafalda |
O Principessa Mafalda um transatlântico italiano foi marcado pelo naufrágio ocorrido em 24 de outubro de 1927 na costa da Bahia, no Brasil. Durante o trajeto entre Cabo Verde e o Rio de Janeiro foi identificado um defeito mecânico em um dos eixos do navio, e mesmo após o problema ter sido solucionado, o navio passou a navegar em velocidade reduzida, vindo a pegar fogo e afundando em águas brasileiras. Dos 1300 passageiros a bordo, mas de 300 morreram.
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| Kiangya |
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| Novorossiysk |
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| Estônia |
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| MV Doã Paz |
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| MV Le Joola |
Em 26 se setembro de 2002, a balsa MV Le Joola pertencente ao governo senegalês naufragou durante uma tempestade na costa da Gâmbia matando 1863 pessoas.
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| Al Salam Boccaccio |
A balsa de passageiros Al Salam Boccaccio 98 fazia o trajeto da Arábia Saudita ao Egito pelo Mar Vermelho em 03 de fevereiro de 2006, quando iniciou um incêndio no deck dos carros. Morreram no naufrágio 1.026 pessoas.
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O trabalho Os grandes naufrágios nos últimos tempos de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://cafesonhosepensamentos.blogspot.com/2018/05/os-grandes-naufragios-nos-ultimos-tempos.html.













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