Pessoas otimistas vivem mais e melhor


Marisa Fonseca Diniz



Embora muita gente acredite que ser otimista em épocas de crise seja impossível, diversas pesquisas já comprovaram que pessoas  positivas são as que vivem mais e melhor. Chorar e se lamentar pelos problemas definitivamente não resolve de imediato a vida de ninguém e pior além de gastar pilhas de lenços de papel, o problema irá continuar ali intacto, o coração ficará sobrecarregado por uma carga negativa e pode deixar o dono na mão.

As pessoas positivas sabem que os problemas podem ser resolvidos com altas doses de otimismo, porque é justamente nestas horas que a cabeça funciona melhor e o coração fica mais calmo. Sonhos e ideias ficam mais consistentes e a resolução dos problemas mais fácil.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Yale, as pessoas otimistas vivem em média 7 anos e meio a mais do que as pessimistas. O que contribui e muito para a qualidade de vida das pessoas, pois uma visão otimista da vida proporciona um envelhecimento mais tranquilo, o que pode proporcionar maior longevidade principalmente quando associado a hábitos saudáveis.

O fato de como cada pessoa encara a vida é que faz toda a diferença. As pessoas conseguem enxergar as oportunidades e começam a encarar as adversidades com bom humor. Todos os seres humanos deveriam sorrir mais invés de se lamentar, mesmo sabendo que nem sempre a doença, a barriga vazia, a falta de dinheiro ou os problemas permitem isso. Não há maneira mais agradável do que ser otimista, pois no final não sairemos vivos desta vida, então o melhor é aproveitar da melhor maneira possível.

Pensamentos positivos fazem toda a diferença no dia a dia, resolve problemas e prolonga a vida de maneira agradável, mesmo quando o mundo está caindo sobre a sua cabeça. Experimente e verá que vale a pena ter pensamentos mais sadios que mudarão sua vida, e detalhe não vai custar nada, apenas o seu sacrifício de querer ser mais feliz e contaminar quem estiver a sua volta!

Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.








Pensamentos positivos em três idiomas


Espanhol:



Inglês:



Português:




XIII

Olavo Bilac


“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...

E conversamos toda a noite, enquanto
A Via Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”

E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.”

As pombas

Raimundo Correia


Vai-se a primeira pomba despertada...
Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia, sanguínea e fresca, a madrugada...

E à tarde quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em banco e em revoada...

Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um por um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;

No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais...

Cidades de Papel


Aproveitando o sucesso do filme baseado no livro de John Green, Cidades de Papel, vamos entender um pouco melhor sobre este assunto. Cidades de papel são cidades inventadas pelos cartógrafos e inseridas nos mapas, a fim de que não sejam copiados. Se alguém reproduz um mapa com a localidade fictícia, com certeza fica muito mais fácil reconhecer um plagiador.

Agloe

A mais famosa é a cidade fictícia de Agloe, citada no livro de Green. Foi criada na década de 1930 pela empresa General Drafting Company, responsável pela publicação de mapas, e “fica” no estado de Nova Iorque. O nome veio de uma combinação das iniciais dos nomes do dono da empresa e seu assistente, Otto G. Lindberg e Ernest Alpers. A cidade de Agloe é, na verdade, apenas um cruzamento entre duas rodovias.



Argleton

Outra cidade que ficou conhecida por sua inexistência é Argleton, na Inglaterra. Nesse caso, ela não foi criada por um cartógrafo em particular, mas surgiu no próprio Google Maps. Pesquisadores da Universidade de Edge Hill decidiram conferir o local e descobriram que, na verdade, Argleton era apenas uma grande pastagem. Com a grande repercussão da cidade invisível, o Google a retirou do ar em 2009. 


Ilha Sandy

Além de cidades de papel, temos também uma ilha de papel. A ilha Sandy apareceu em muitos mapas por décadas e ainda aparece no Google Maps, mas saiu dos mapas oficiais em 1979. Acreditava-se que a ilha existisse até que, em 2012, cientistas australianos foram até o Mar de Coral, no Oceano Pacífico, estudar placas tectônicas e... não havia nenhuma ilha. Alguns dizem que a ilha pode ser fruto de um erro, já que a técnica de criar lugares inexistentes não é comum em cartas náuticas.


Mais comum do que criar cidades (ou ilhas) inteiras nos mapas é colocar ruas, curvas, montanhas e outros detalhes pequenos para evitar os plágios. Os mais famosos são:

Moat Lane

Era para ser uma rua no norte de Londres, apareceu no Google Maps, mas já foi retirada. Moat Lane ficaria, supostamente, em Clandon Gardens, que é, na verdade, apenas um local para retorno para os carros e a “rua” é um lugar com árvores, jardins e uma casa com telhado de campo.


Kemp Ave

Na cidade de Toronto, “há” uma rua particular, o que não é uma grande novidade por lá, exceto o fato de que ela não existe. Apareceu no Google Maps como uma continuação (sem saída) da Ways Ln, passando no meio de casas, literalmente.


É sempre bom pesquisar sobre os lugares antes de visitar, já pensou parar em um lugar completamente desconhecido, ou pior ainda, inexistente?

Chocolateiras famosas ao redor do mundo




Não há nada mais agradável do que saborear um delicioso chocolate, seja quente, frio ou em barras é um produto que cai muito bem em qualquer época do ano, seja no inverno ou no verão.

O chocolate amargo que é mais puro possui ingredientes energéticos, tais como a teobromina que estimula o sistema neuromuscular e favores as funções renais e cardíacas aliviando o cansaço intelectual.

O chocolate é facilmente digerido devido às gorduras que entram em sua composição, sendo 39% de ácidos graxos não-saturados, 37% de ácido oleico e 2% de ácido inoléico indispensáveis ao organismo. O chocolate também possui dosagem correta de vitaminas, principalmente do grupo B, além de cálcio e fósforo.


Que tal incluir na sua próxima viagem de férias algumas chocolateiras e aproveitar para beber um delicioso chocolate? Aqui vão três sugestões imperdíveis.

Angelina – França

O confeiteiro Antoine Rumpelmayer fundou a chocolateira Angelina em 1903 em homenagem a sua filha. Por mais de um século o local foi construído em cima da reputação de um local sofisticado. Assim que abriu, Angelina tornou-se o lugar da aristocracia parisiense.


O interior foi desenhado pelo famoso arquiteto Belle Epoque Edouard-Jean Niermans, que combina elegância, charme e requinte criando um senso de romantismo e poesia. Angelina é um espaço requintado tranquilo e sereno.

Rivoire – Itália 

Por mais de um século Rivoire é sinônimo de qualidade, tradição e prestígio. Enrico Rivoire era fabricante de chocolate da família real de Sabóia em Florença, quando era a capital da Itália. Em 1872 abriu ao lado da Piazza della Signoria um pequeno espaço para oferecer aos clientes um chocolate florentino produzido inteiramente de forma tradicional com uma velha receita secreta.


Artistas, políticos, aristocratas e celebridades começaram a frequentar o local para saborear iguarias finas e o chocolate florentino. Depois de mais de um século Rivoire ainda mantém sua fama de tradicional, onde florentinos e turistas de todo o mundo frequentam o espaço e saboreiam o chocolate, a pastelaria fina e os cocktails.

The City Bakery – USA 



O melhor chocolate quente de Manhattan está no The City Bakery, que vale a pena visitar. A loja serve doces, chocolate e organiza um festival anual do chocolate quente em fevereiro. Para aqueles que querem uma solução rápida a padaria também oferece outros pão doce de chocolate.