Viver de arte é morrer de fome, será?


Marisa Fonseca Diniz



Cultura deveria ser primordial na vida de qualquer pessoa ou país, porém nem sempre é o que acontece, principalmente quando um país cultiva a cultura da corrupção. Quem é honesto ou prioriza as artes como fonte de vida é praticamente crucificado por uma sociedade que conceitua todos que trabalham com cultura como inúteis ou à toa.

Vivemos hoje em uma sociedade cheia de padrões e conceitos que invés de acrescentar algo de bom tem deixado o ser humano cada dia mais bitolado, cego e ignorante. A quantidade de escritores, músicos e artistas desconhecidos que vem buscando a cada dia um lugar ao sol é enorme, mas parece que o que não presta é sempre melhor do que aquilo que possa acrescentar de maneira favorável à cultura de uma população.

Invés de andar para frente e apoiar estes artistas, a sociedade vem fazendo justamente o contrário, tem dado incentivo àqueles que vivem às custas de programas governamentais que não acrescentam em nada na vida do cidadão e exclui os que se sacrificam em mostrar que cultura não é modismo, e sim necessidade e conhecimento.

Como nem tudo na vida é perfeito, artistas amadores ou profissionais que exercem por amor a sua profissão são constantemente obrigados a viver uma vida subumana com cachês miseráveis em troca muitas vezes de um prato de comida ou de uma passagem de ônibus. A não valorização destes artistas que tanto tem a acrescentar na vida de todos é um problema crônico e de solução praticamente nula.

Quem não tem costas quentes com o governo ou com um amigo famoso praticamente é um desconhecido no meio artístico e na sociedade. Diariamente, quantos artistas jogados nas ruas das grandes cidades ao redor do mundo vivem ao relento em troca de alguns trocados? Diversos.

E quantos outros apadrinhados por pessoas famosas têm suas vidas transformadas e hipocritamente não fazem absolutamente nada para apoiar outros profissionais que lutam diariamente para ter uma oportunidade de reconhecimento por parte da sociedade? Muitos.

A sociedade tem por obrigação parar de apontar o dedo e achar que todo artista é vagabundo ou inútil e apoiar aqueles que têm se esforçado arduamente para terem seu trabalho reconhecido. Não se deixe influenciar pela falta de oportunidades, apoio ou reconhecimento todo artista deve lutar por seus sonhos e continuar trabalhando no que mais ama.


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O trabalho Viver de arte é morrer de fome, será? de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
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A vida é um eterno recomeço


Marisa Fonseca Diniz



Pare, reflita e pense em tudo que já viveu e ainda tem a viver, muita coisa boa ou ruim já aconteceu? Quais as lições que aprendeu com os tombos, choros, lamentos e vitórias? Pode parecer estranho o questionamento, mas é justamente isso que todos deveriam fazer antes de reclamar da falta de oportunidades ou reconhecimento, pois em tudo há um aprendizado.

O desânimo deve ser deixado de lado perante as adversidades da vida, pois a cada dia que passa os tombos viram aprendizados e as vitórias impulso para alçar novos voos. A vida deve ser vista como uma grande estrada com diversas paradas e obstáculos que servem como alerta para serem desviados.

Na vida nem tudo são flores, há também espinhos, mas não podemos esquecer a variedade de oportunidades que aparecem e nem sempre conseguimos enxergar, pois estamos preocupados demais com a possibilidade de apenas encontrarmos projetos grandes ignorando por completo os pequenos que podem nos projetar para lugares nunca antes alcançados.

Quando abandonamos o passado e vivemos o presente sem nos preocupar com o futuro conseguimos lançar sementes em terreno fértil, e a vida se encarrega de nos trazer com o tempo frutos sólidos e compensadores. 

Otimismo e pensamento positivo faz toda a diferença no dia-a-dia, não importa qual área da vida precisamos ser mais fortes. O importante é recomeçarmos diariamente nossos propósitos e seguir adiante enxergando além do que vemos sair do comodismo e das visões estreitas fazem toda a diferença na vida.

Abra a mente, renove os velhos conceitos e siga em frente, se for necessário recomeçar, recomece, e não pense nos erros como fracassos e sim como lições de vida!

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Pizzas e mil sabores


Marisa Fonseca Diniz

Não tem nada mais gostoso do que num sábado a noite sair com os amigos e comer uma pizza. A origem da pizza não vem da Itália e sim dos egípcios, onde a mistura de farinha com água dava a consistência da massa em formato de pão. Essa delícia só chegou à Itália na Idade Média através dos fenícios, no início a pizza era feita de ervas e azeite de oliva, porém os italianos acrescentaram tomate e deram a forma a qual hoje esta delícia é conhecida.

A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália servida com ingredientes baratos e vendida por ambulantes, a receita era conhecida por “matar a fome”, a massa era de pão e era coberta por toucinho, peixes fritos e queijo.

Segundo a Conde Nast Traveler os melhores locais no mundo para se comer uma boa pizza são:

Chicago, Illinois;


New York, New York;


Roma, Itália;


Orlando, Flórida;


Nápoles, Itália;


New Haven, Connecticut;


Veneza, Itália;


Edmonton, Canadá;


Florença, Itália;


Palermo, Itália;


Milão, Itália;


Filadélfia, Pensilvânia;


Los Angeles, Califórnia;


Las Vegas, Nevada.


Concordam?

Gosto não se discute, mas ainda prefiro as pizzas do Brasil. O Dia da Pizza é comemorado no Brasil no dia 10 de julho, mas todo dia é dia de comer uma boa pizza, seja de massa fina ou grossa, salgada ou doce, não importa desde que sejam bem recheadas e apetitosas! Já pediu a sua?

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