Fish and chips em Londres


O Reino Unido tem um prato típico conhecido no mundo todo como “Fish and chips”, que consiste em peixe frito envolvido em uma mistura de farinha de trigo e água (polme), e é acompanhado por fritas.

O curioso é que este prato típico inglês é servido embrulhado em jornal em algumas localidades. Durante a metade do século XIX, o fish and chips era considerada uma refeição das classes operárias que trabalhavam no desenvolvimento da pesca de arrastão no Mar do Norte.

Os 3 melhores restaurantes em Londres de fish and chips são os seguintes:

Golden Hind

Há pelo menos 100 anos é considerado o melhor restaurante de fish and chips de Londres. O ambiente é aconchegante tanto para quem prefere comer sozinho como em família, o serviço é extremamente rápido e os funcionários são simpáticos. O horário de funcionamento é de 2ª a 6ª feira das 12:00 as 15:00 no horário do almoço, 2ª a sábado das 18:00 as 22:00 no horário do jantar. Não abre aos domingos.




O ambiente é familiar, além de ser considerado o melhor fish and chips da cidade de Londres. O local oferece além do prato tradicional, tortas e doces típicos do país.



Náutilo: as porções são generosas e o ambiente familiar do restaurante proporciona uma leve brisa marítima. As porções de peixe são fritas com óleo de amendoim deixando o prato mais crocante e digestivo.




Agora se você não tem a oportunidade de ir até Londres para experimentar o verdadeiro “fish and chips”, pode aproveitar e preparar a receita básica deste delicioso prato típico britânico em casa mesmo.



Ingredientes:

Fish:
·        01 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
·        01 colher (chá) de fermento em pó
·        01 xícara (chá) de cerveja clara
·        01 colher (sopa) de vinagre
·        01 colher (café) de sal
·        250 g de peixe
·        Óleo suficiente para fritar

Chips:
·        01 batata descascada e cortada no sentido vertical (em palitos grossos)
·        Óleo para fritar
·        Sal a gosto

Purê de Ervilha:
·        01 xícara (chá) de ervilha frescas
·        Água para cozinhar
·        Sal a gosto

Preparo:

Em um recipiente, coloque 1 xícara de chá de farinha de trigo, o fermento e a cerveja. Mexa bem com um fouet. Adicione o vinagre e o sal e reserve a mistura. Empane o peixe na farinha de trigo e depois na mistura. Em seguida, frite o peixe em óleo quente.
Frite a batata em óleo quente. Sirva com um pouco de sal.
Cozinhe bem as ervilhas em água e sal. Escorra a água e coloque a ervilha em uma panela antiaderente. Amasse parte das ervilhas para formar uma espécie de purê.
Para servir,  coloque as ervilhas em um prato e por cima o peixe frito. Ao lado coloque as batatas. Sirva acompanhado do tradicional molho tártaro.










Costa Rica, o país dos esportes radicais




A Costa Rica é um país da América Central limitado ao norte pela Nicarágua, a leste pelo mar do Caribe, a sudeste pelo Panamá e a oeste pelo oceano Pacífico. O país está situado na zona mais estreita do subcontinente, onde o terreno é constituído por um conjunto de cordilheiras que atravessam o país de noroeste a sudeste.

As cordilheiras de Guanacaste e Talamanca são ladeadas por planícies costeiras de largura variável, sendo que as maiores ficam a nordeste e a noroeste no Rio Tempisque. As montanhas são semeadas de vulcões, sendo que alguns ainda se encontram ativos. O litoral da costa caribenha possui 212 km e a costa pacífica tem 1016 km.



Considerado um dos países mais democráticos e consolidados das Américas, e a capital é San José. Além destas características a Costa Rica é conhecida com o país dos esportes radicais. Quem admira ou curte os esportes radicais com certeza irá adorar praticá-los no país.

Os apaixonados por esportes radicais na água podem aproveitar e praticar caiaque, canoagem, rafting, mergulho, surf, windsurf e pesca esportiva. As águas calmas ou agitadas e de diferentes cores proporcionam uma biodiversidade marítima e terrestre em percursos aquáticos maravilhosos.


Os rios Sarapiqui, Reventázon e Pacuare são os mais utilizados pelos praticantes de canoagem/caiaque e rafting. A Ilha do Coco é um paraíso no meio do Oceano Pacífico considerado pela  UNESCO como patrimônio natural da humanidade, o local ideal para os amantes de mergulho e pesca submarina, pois facilmente encontram cardumes de tubarões martelo, tubarões baleia, jamantas, baleias, robalo e o gigante Marlim.


Os pontos mais radicais para a prática do surf ficam na Roca Bruja, Pavones e Chicama. O lago Arenal é o maior da Costa Rica e durante o verão podem desfrutar dos consistentes ventos e as cálidas temperaturas que o lago apresenta.

Liberdade é a sensação que se tem para aqueles que preferem praticar bungee jumping, tirolesa, arvorismo, rapel, cavalgada, trilhas/caminhadas, mountain bike, off Road ou o quadriciclo.


A floresta tropical da Costa Rica possui imagens exuberantes que são o gatilho para a aventura do bungee jumping, onde saltar 80 metros com equipamentos sofisticados da mais alta tecnologia proporcionam muita adrenalina aos aventureiros.

A região do vulcão Arenal é uma das opções mais conhecidas para a prática do arvorismo no mundo com um trajeto de 3 km entre o lago e o vulcão Arenal. A prática da tirolesa na Costa Rica é famosa mundialmente com mais de 650 metros de altura pela floresta tropical dos parques nacionais do país proporcionam uma aventura extraordinária.

A Costa Rica possui mais de 30 parques e reservas onde é possível  realizar centenas de caminhadas e trilhas pelas exuberantes florestas tropicais, seja desfrutando a natureza a pé ou através das cavalgadas. A prática da mountain bike é feito na Região Central do país através das rotas dos conquistadores.


Os apaixonados por off Road e quadriciclo podem aproveitas as mais de 50 trilhas distribuídas pelo país ou podem praticar nas costas litorâneas.

O Marajá



Luis Fernando Veríssimo



A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita do Marajá de Jaipur. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou - ai, ai, ai - uma almofada torta no sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.
Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona 
Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão de limpeza. Ela não podia entrar na sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava.

E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, este fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. 

Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.

O marido de dona Morgadinha contava, entre divertido e horrorizado, da vez que levara a mulher a uma recepção diplomática.

- Percorremos a fila de recepção, e quando vi a Morgadinha estava sendo apresentada ao embaixador. O embaixador se curvou, fez uma reverência, e de repente a Morgadinha levou a mão e tirou um fio de cabelo da lapela do embaixador!

- Não pude resistir - explicava dona Morgadinha, séria, entre as risadas dos outros.

- E ainda deu uma espanada, com a mão, no seu ombro.

- Caspa - suspirava dona Morgadinha, desiludida com o corpo diplomático.

Quis o destino que os filhos de dona Morgadinha puxassem pelo pai no relaxamento e na irreverência. Todos os três.

- Meu filho, aí não é lugar de deixar os livros da escola.

- Qual é, mãe? Está esperando o Marajá?

- Minha filha, a sala não é lugar de cortar as unhas.

- Ih, hoje é dia do Marajá chegar.

- Oscar, na mesa?!

- Quando o Marajá vier almoçar, eu prometo que não faço isto. Certa manhã bateram à porta. Dona Morgadinha, que comandava a faxina diária da casa com severidade militar, fez sinal para as empregadas de que ela mesma iria abrir. Na porta estava um homem moreno, de terno, gravata - e turbante!

Dona Morgadinha, que uma vez brigara com o carteiro porque a sua calça estava sem friso, olhou o homem de alto a baixo e não encontrou o que dizer.

- Dona Morgadinha?

- Sim.

- Meu amo manda o seu cartão e pede permissão para vir visitá-la às cinco.

Dona Morgadinha olhou o cartão que o homem lhe entregara. Ali estava,
com todas as letras douradas, "Marajá de Jaipur". Não conseguiu falar. Fez que sim com a cabeça, desconcertada. O homem fez uma mesura e desapareceu antes que dona Morgadinha recuperasse a fala.

As empregadas receberam ordens de recomeçar a faxina, do princípio. Dona Morgadinha anunciou para a família que naquele dia não haveria almoço.

Não queria cheiro de comida na casa. E era bom todos saírem para a rua até a noite, para não haver perigo de deslocarem as almofadas. Pai e filhos se entreolharam e concordaram:

- O Marajá vem hoje.

Dona Morgadinha apenas sorriu. E estava com o mesmo sorriso quando o marido e os filhos chegaram em casa à noite, depois de comerem um cheeseburger na esquina, fazendo bastante barulho e manchando a roupa.

Dona Morgadinha não contou para ninguém da visita do Marajá. Do seu terno branco, do rubi no seu turbante, da sua barba grisalha e distinta. E da conversa que tinham tido, das cinco às sete, sozinhos, entre goles de chá e mordiscadas em sanduíches de aspargo, sobre coisas distantes, sobre o linho e o mármore e a purificação dos espíritos. Naquela noite o marido de dona Morgadinha surpreendeu a mulher com o olhar perdido na frente do espelho.

Ela estava tão distraída que foi para a cama sem escovar as unhas, usar o colírio e rearrumar os armários, como fazia sempre.

O Marajá combinou com dona Morgadinha que voltaria dois dias depois, à mesma hora. Estes dois dias dona Morgadinha passou sentada, sem notar nada, esquecida até da sua flanela. O filho mais velho chegou a trazer um vira-lata da rua para fazer xixi no pé da poltrona, mas não conseguiu despertar dona Morgadinha do seu devaneio.

Depois de duas semanas de visitas constantes do Marajá e do mais absoluto descaso de dona Morgadinha pela higiene da família e da casa, o marido resolveu que já era demais. Procurou o seu amigo Turcão, que era árabe e tinha cara de hindu e que ele contratara para se fingir de Marajá e fazer uma brincadeira com a mulher, e disse que era hora de acabar com a brincadeira.
Turcão, meio sem jeito, disse que com ele tudo bem, mas dona Morgadinha...

- O quê? - quis saber o marido, desconfiado...

- Ela levou a sério. Está falando até em fugir comigo e ir morar no meu palácio em Jaipur. Negócio chato. Acho melhor contar a verdade para ela e...

Mas o marido de dona Morgadinha percebeu o que fizera. E percebeu que com as almas simples não se brinca. Se descobrisse que fora enganada, dona Morgadinha era capaz de se matar, engolindo detergente. Não, não. Ela não merecia aquilo. Compungido, o marido pediu ao Turcão que continuasse a visitar a mulher. Mas tentasse desiludi-la.

Dando um arroto. Sei lá.

Recado ao senhor 903


Rubem Braga



Vizinho Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal - devia ser meia-noite - e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 - que é o senhor.

Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. 

Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão; ao meu número) será convidado a se retirar às 21:45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois às 8:15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará até o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas - e prometo silêncio.

... Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: "Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou". E o outro respondesse: "Entra, vizinho e come de meu pão e bebe de meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela".

E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.

Os bons ladrões


Paulo Mendes Campos




Morando sozinha e indo à cidade em um dia de festa, uma senhora de Ipanema teve a sua bolsa roubada, com todas as suas joias dentro. No dia seguinte, desesperada de qualquer eficiência policial, recebeu um telefonema:

-É a senhora de quem roubaram a bolsa ontem?

-Sim.

-Aqui é o ladrão, minha senhora.

-Mas como o...Senhor descobriu o meu número?

-Pela carteira de identidade e pela lista.

-Ah, é verdade. E quanto quer para devolver meus objetos?

-Não quero nada, madame. O caso é que sou um homem casado.

-Pelo fato de ser casado, não precisa andar roubando. Onde estão as minhas joias, seu sujeito ordinário?

-Vamos com calma, madame. Quero dizer que só ontem, por um descuido meu, minha mulher descobriu quem eu sou realmente. A senhora não imagina o meu drama.

-Escute uma coisa, eu não estou para ouvir graçolas de um ladrão muito descarado...

-Não é graçola, madame. O caso é que adoro minha mulher.

-E por que o senhor está me contando isso? O que me interessa são as joias e a carteira de identidade (dá um trabalho danado tirar outra), e não tenho nada com a sua vida particular. Quero o que é meu.

-Claro, madame, claro. Estou lhe telefonando por isso. Imagine a senhora que minha mulher falou que me deixa imediatamente se eu não regenerar...

-Coitada! Ir numa conversa dessas.

-Pois eu prometi nunca mais roubar em minha vida.

-E ela bancou a pateta de acreditar?

-Acho que não. Mas o que eu prometo, cumpro; sou um homem de palavra.

-Um ladrão de palavra, essa é fina. As minhas joias naturalmente o senhor já vendeu.

-Absolutamente, estão em meu poder.

-E quanto quer por elas? Diga logo.

-Não vendo, madame, quero devolvê-las. Infelizmente, minha mulher disse que só acreditaria em minha regeneração se eu lhe devolvesse as joias. 

Depois ela vai lhe telefonar para checar.

-Pois fique sabendo que estou gostando muito de sua senhora. Pena uma pessoa de tanto caráter casada com um... homem fora-da-lei.

-É também o que eu acho. Mas gosto tanto dela que estou disposto a qualquer sacrifício.

-Meus parabéns. O senhor vai trazer-me as joias aqui?

-Isso nunca. A senhora podia fazer uma suja.

-Uma o quê?

-A senhora, com o perdão da palavra, podia chamar a polícia.

-Prometo que não chamo, não por sua causa, por causa de sua senhora.

-Vai me desculpar, madame, mas nessa eu não vou.

-Também sou uma mulher de palavra.

-O caso, madame, é que nós, os desonestos, não acreditamos na palavra dos honestos.

-Tá. Mas como o senhor pretende fazer, então?

-Estou bolando um jeito de lhe mandar as joias sem perigo para mim e sem que outro ladrão possa roubá-las. A senhora não tem uma ideia?

-O senhor entende mais disso do que eu.

-É verdade. Tenho um plano: eu lhe mando umas flores com as joias dentro dum pequeno embrulho.

-Não seria melhor eu encontrá-lo numa esquina?

-Negativo! Tenho o meu pudor, madame.

-Mas não há perigo de mandar coisa de tanto valor por uma casa de flores?

-Não. Vou seguir o entregador a uma certa distância.

-Então, fico esperando. Não se esqueça da carteira.

-Dentro de vinte minutos está tudo aí.

-Sendo assim, muito agradecida e lembranças para a sua senhora.

Dentro do prazo marcado, um menino confirmava que, em certas ocasiões, até os ladrões mandam flores e joias.

Comidas exóticas e estranhas


Comer faz bem, mas será que devemos comer com os olhos ou com a boca? Você teria coragem de comer qualquer tipo de comida estranha? Vamos conhecer as comidas mais estranhas e exóticas do mundo:

Morcego: para quem não tem restrição com este tipo de mamífero pode experimentar alguns pratos bem exóticos feitos com o morcego, tais como: churrasco, morcego a caçarola, sopa ou uma deliciosa lasanha. Estes pratos são típicos do Vietnã, os entusiastas da carne de morcego acreditam que ela aumenta a potência sexual masculina, além de proporcionar vida longa.





Tarântulas: que tal comer uns petiscos de aranha fritas e temperadas? Se você ficou com nojo saiba que elas são ricas em proteínas e é muito apreciada pelos indígenas da America do Sul e pelos aborígenes na Austrália.



Cachorro: você teria coragem de comer uma sopa ou um cozido feito com carne de cachorro? Saiba que na Coreia do Sul é comum o consumo de carne de cachorro, inclusive há fazendas que cultivam cães para esta finalidade. A carne foi proibida no país, mas como a fiscalização é frouxa no país, os restaurantes continuam utilizando a carne no preparo destes pratos tradicionais.



Embriões: nas Filipinas há um prato para lá de exótico o Balut ou melhor é um prato estranho, onde embriões de patos e  galinhas que ainda não estão totalmente formados são servidos dentro de seus próprios ovos aquecidos.



Escorpião: em Cingapura é possível comer um delicioso escorpião frito, a espécie preferida é o escorpião negro porque tem menos veneno do que o escorpião marrom.


Qual é o cardápio de hoje?





Os lugares mais glamourosos para visitar no mundo


Quando nos referimos a lugares glamourosos queremos na verdade dizer, que o lugar tem uma qualidade elegante, charmoso e sedutor. A palavra glamour é de origem escocesa e está associada a práticas ocultas e misteriosas.

O glamour sempre esteve associado ao luxo e ao conforto, e não há nada melhor quando os sonhos se tornam realidade. Conheça 3 lugares no mundo que transmitem todo este glamour tão sonhado.

Côte d'Azur: ou também conhecida como Riviera Francesa está localizada na costa sul da França no Mar Mediterrâneo e se estende de Toulon a Menton na fronteira da Itália. A região é uma das mais luxuosas e caras do mundo. A cidade de Cannes atrai todo ano diversos astros do cinema internacional e hospeda o Festival de Cinema de Cannes.




Saint Barths: é uma ilha francesa localizada no mar do Caribe tranquila e com praias maravilhosas é também conhecida como a ilha das estrelas. Com 21 km de área abriga resorts e casas mega luxuosas e é frequentada por famosos.



Porto Cervo: é um resort à beira-mar no norte da Sardenha, Itália. O vilarejo foi criado pelo príncipe Karim Aga Khan e vários outros investidores, onde há lojas, bares, restaurantes, supermercados, além do Yacht Club Costa Smeralda.



Alfajor




Ingredientes:

·        03 xícaras (chá) de margarina
·        04 xícaras (chá) de açúcar
·        10 xícaras (chá)de amido de milho
·        02 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
·        05 gemas
·        05 ovos
·        02 colheres (sopa) de fermento em pó
·        Chocolate ao leite para banhar
·        Doce de leite a gosto

Preparo:

Junte todos os ingredientes, exceto o chocolate e o doce de leite e amasse bem. Abra com um rolo e corte em círculos. Unte uma forma e asse em temperatura de aproximadamente 200ºC até dourar.

Deixe esfriar e recheie as bolachinhas com doce de leite. Derreta o chocolate e banhe os alfajores.


Amarula Caseira




Ingredientes:


·        01 garrafa de batida de coco
·        01 lata de leite condensado
·        03 colheres (sopa) de achocolatado em pó
·        02 doses de vodka

Preparo:

Misture todos os ingredientes no liquidificador. Bata bem até ficar homogêneo. Coloque o conteúdo em uma garrafa e ponha para gelar.